Forma de
cultivo: Deve
ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil e leve, com regas
periódicas. As podas devem ser regulares para manter o porte da planta
arbustivo.
Uso: Espécie ornamental. Tem ampla utilização
paisagística, sendo excelente para a implantação de cercas vivas.
Nome da
planta: Jurema/ Árvore-da-felicidade-macho.
Nome
científico: Polyscias guilfoylei
Origem: Tailândia
Forma de
cultivo: Deve
ser cultivada sob sol pleno, meia sombra ou luz difusa, em solo drenável,
enriquecido com matéria
orgânica e mantido úmido, sem encharcar.
Folhas: Suas folhas são tripinadas, aromáticas,
brilhantes, de cor verde escura, lineares a lanceoladas e subdivididas em finos
segmentos.Podem apresentar folhas variegadas, ou seja,
com zonas de coloração diferentes.
Usos: planta cercada de misticismo e
superstições; é preciso ganhar de presente para trazer harmonia e felicidade
aos moradores da casa.
Forma de
cultivo: Pode
ser cultivado em diferentes condições de luminosidade, desde o sol pleno até a
luz difusa de ambientes internos. Prefere solos ricos em matéria orgânica,
porém perfeitamente drenáveis.
Forma de
cultivo: Solo deve ser enriquecido
com matéria orgânica, deve ser fértil, com ótima drenagem e ser irrigado com
regularidade.
Folha: perene, verde-escura, longa e estreita, com margem finamente
serrilhadas.
Flor:inflorescências são do tipo espiga, com pequenas flores azuis
no ápice, com importância ornamental secundária, dotada
de unidades reprodutivashermafroditas.
Uso
paisagístico: Espécie
ornamental, usada para decoração de jardins e interiores.
Forma de
cultivo: planta herbácea
pouco exigentepleno sol ou meia-sombra, em vasos ou em maciços e
bordaduras.
Folha: Possui duas variedades de folhagem- com bordas
amarelas e marmorizada com manchas verde clara transversais.
Usos: É uma planta mística, de utilização bastante tradicional na
cultura popular, que a recomenda como excelente protetor espiritual. Erva
usada ritualisticamente nas religiões afro-brasileiras; costuma
compor o coquetel de plantas usadas contra “olho gordo”.
Forma de
cultivo: Solo fértil, sol,
bem drenado, irrigar sempre.
Folha: composta de 3 folíolos ovalados, verdes escuros
opostos nos ramos finos.
Flor: amarela de cinco ou mais pétalas, verticilada ao
longo dos ramos.
Uso
paisagístico: Utilizado na forma
pendente, coroando muros, barrancos e em jardineiras grandes, nas sacadas dos
prédios ramagem cai como uma cascata farta.
Nome da
planta: Mini Espada de S.
Jorge anã (Cosme e Damião), Espadinha
Nome
científico: Sansevieria trifasciata hahnii
Origem: Estados Unidos
Forma de cultivo: Enterrar todas as raízes visíveis, exceto as
folhas, que devem permanecer fora do solo, regar em abundância durante as
primeiras semanas de plantio. Aceita todos os tipos de solo.
Folha:
espessa, coriácea, disposta em roseta, curta, pontiaguda, verde- acinzentada,
com faixas transversais irregulares mais escuras.
Flor:
esta variedade anã não costuma florescer
Usos: místico, costuma
compor o coquetel de plantas usadas contra “olho gordo”.
Nome
da planta: Alecrim, alecrim de cheiro, alecrineiro e rosmaninho
Nome
científico: Rosmarinus
officinalis
Origem:
Mediterrâneo
Forma
de cultivo:
Folhas: opostas, em forma de agulas, desprovidas de pedúnculo,
simples, lineares, coriáceas, com pêlos estelares na face inferior, de
coloração esbranquiçada e face superior verde escura. As bordas recurvadas das
folhas protegem os estômatos na face inferior;
Flor: hermafroditas saindo
da axila das folhas, de coloração esbranquiçada a azul clara;
Fruto: simples,
secos e que não se abrem, de cor cinza.
Uso
medicinal:“erva da alegria”, devido aos óleos essenciais presentes em sua
composição, que favorecem a produção de neurotransmissores responsáveis pelo
bem estar. Usado no combate a problemas digestivos, assim como
também as flatulências. Para isso, devemos tomar infusões de alecrim e
recomenda-se fazê-lo depois das refeições. efeitos estimulantes e tônicos e
inclusivo afirma-se que possui substâncias anti-inflamatórias que atuam sobre a
inflamação pulmonar. tem propriedades que aumentam a memória; tem
propriedades neuro-protetoras que ajudam a proteger contra a doença de
Alzheimer, bem como a perda de memória que acontece com o envelhecimento. serve
para combater o estresse e a depressão, reduzir as tensões e a ansiedade,
Uso culinário: condimentares, realçador
de sabores de alimentos como assados, carnes, legumes, molhos e pães.
Outros usos: aromatizante
de ambientes; tratamento cosmético traz frescor, elasticidade e brilho à pele;
proteção celular; para tratar calvice ou queda de cabelo, ou seborreia, quando
misturado com outros óleos essenciais como o de amêndoas.
Origem: nativa de regiões temperadas de hemisfério
norte
Forma de
cultivo:O solo deve ser fértil e enriquecido
com matéria orgânica para
uma boa produção. As regas devem ser regulares, deixando o solo permanentemente
úmido, porém sem encharcamento.
Folhas: opostas, simples,
dentadas, imparipinadas, crespas, de base redonda e formato oblongo a oval,
nervuras proeminentes na face abaxial e com rugosidade.
A
produção do óleo essencial ocorre em tecidos secretores especializados,
chamados tricomas glandulares peltrados e capitados, projeções encontradas na epiderme.
Uso medicinal: Chá de Hortelã, combate dores na garganta,
aftas e gengivite; possui efeitos digestivos. Hipotensor. Efeito analgésico.
Propriedades antiparasitárias; ansiolítico, sedativo.
Uso
alimentício: Usado na
culinária como tempero para diversos pratos, faz-se combinações também, como sorvetes, sucos,
drinques e doces.
Outros usos: As glândulas oleíferas,
principalmente nas folhas, concentram óleos voláteis ricos em terpenóides de
amplo interesse industrial, empregado em cremes dentais, antissépticos bucais,
antiácidos, paswtilhas refrescantes, gomas de mascar, licores, aditivos para
cremes, sabonetes, loções, creme de barbear, perfumes.
Forma de cultivo:Deve ser cultivada
sob sol pleno, em solos férteis, profundos e ricos em matéria
orgânica. As mudas devem ser plantadas em covas bem preparadas,
caladas e adicionadas de esterco curtido, torta de
mamona, farinha de ossos e húmus
de minhoca. Deve ser irrigada
regularmente.
Uso medicinal:Na medicina caseira
utiliza-se o chá-de-cascas para tratar anginas, disenterias e erisipelas e, a entrecasca do fruto, em
chá, destina-se ao tratamento de asma.
Modo de preparo: Espécie de madeira resistente, seu
tronco é destinado ao preparo de vigas, esteios, dormentes e obras
internas. Na culinária pode ser usada para fazer doces, geleias, vinhos.